A Tadsh foi a ganhadora do sorteio do workshop Diana sem mistérios que fizemos há algumas semanas em parceria com a Lomography Gallery Store SP. O workshop aconteceu dia 25 de fevereiro e pedimos para que ela contasse um pouquinho como foi! Dona de uma actionsampler, ela foi para o workshop para entender como funcionam as câmeras lomográficas e saiu de lá satisfeitíssima com o resultado! :)

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Um dos pontos importantes sobre lomografia (e fotografia em geral, por que não?) que ela cita é que não existe uma regra para o jeito certo de se fazer as fotos. Como algumas câmeras como a Diana F+ possui alguns recursos diferentes, como o ajuste de foco (que muitas vezes pode se esquecer de mudar), uma foto que sai desfocada não é totalmente “errada”!

Com a aula teórica dada, o equipamento em mãos, e as informações sendo processadas, ela saiu pelas ruas de São Paulo fazendo as fotos, da melhor forma que lhe pareceu, como ela disse em seu blog: “admirando cada cantinho é a minha maneira de mandar beijos imaginários pra cidade que eu tanto amo.” Nhoim! ♥

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Para ela o workshop foi divertido e completo, mas ao perguntar o que ela achou de fotografar com a Diana F+, ela responde: “Gostei de fotografar com a Diana, mas ainda sou mais a minha Action Sampler linda (não adianta, eu amo a minha lominha)”, haha.

Abaixo seguem algumas perguntas que fiz para ela, que podem esclarecer dúvidas que vocês tenham sobre o workshop e a câmera Diana F+:

1. Você sentiu dificuldade em manusear a câmera?
Não senti, só fiquei um pouco insegura por ela ser bem leve e não ser minha (é da loja!)

2. Colocação do filme, foi difícil?
O Gabriel ensinou um truque pra ficar mais fácil: coloca o filme na máquina com fita adesiva e tudo! Aí, já encaixado, você abre, descolando a fita e vai desenrolando e encaixando na outra ponta. Mas mesmo assim tive sim um pouco de dificuldade. Aí pedi um help pro Gabriel e ele me ajudou a colocar o filme.

3. O que você achou mais complicado na Diana?
É muita coisa! Hahahahaha… Estou acostumada com a minha Action Sampler e levei um susto ao saber que a Diana tem tantas possibilidades! Você pode fazer muitos tipos de fotos, com flash, sem ou com dupla exposição, com tempo bom, tempo ruim…

4. Dupla exposição da câmera, você testou?
Não propositalmente! Hahahaha… Teve alguns momentos em que eu simplesmente esqueci de girar o contador e passar pra próxima foto. Nisso, deve ter tido algumas com dupla exposição!

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5. A Bia Lombardi também fez o workshop da Diana, há algum tempo, e escreveu no blog dela. Lá ela fala que esquecia de mudar a chavinha do foco, isso também aconteceu com você?
Sim! Hahahaha… Só lá pela quinta foto eu lembrei que tinha isso do foco. Aí comecei a me ligar antes de cada foto, tentando pegar o foco ideal para o que eu queria fotografar.

6. Suas considerações finais
Uma coisa que ficou martelando na minha cabeça depois do workshop foi que o Gabriel disse pra gente não pensar antes de bater as fotos. Simplesmente fotografar por aí. Mas a Diana tem tantos detalhes que você fica se sentindo meio “culpado” por não estar explorando todas as possibilidades que ela oferece. Com essa coisa mesmo da chavinha do foco. Quando lembrei dela pensei “putz, tô tirando foto errado!”. Depois pensei mais e cheguei a conclusão de que não existe foto certa. Isso é o genial da Diana. Ela tem milhões de possibilidades: flash, foco, exposição, filmes diferentes… E no entanto, não tem regra: as fotos sempre saem diferentes, originais. Não tem como tirar uma foto errada com ela, por que todas saem bonitas, ao seu modo.

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Espero que vocês tenham gostado, e fiquem sempre atentos na página do Facebook da galera da Lomography Gallery Store SP, que sempre divulgam os workshops e as vagas são limitadíssimas!