Para conhecer: Draw About Love (A Belle & Sebastian Tribute)

O Draw About Love é um projeto pessoal da artista Aline Beutenmuller que mistura as letras de sua banda favorita, Belle and Sebastian, e ilustrações feitas por ela própria.

Assim como todos os projetos da Aline, o Draw About Love é carregado de sentimentos e cores que se misturam nesse mar de emoção que é a letra dessa banda maravilhosa (somos suspeitas, hihi).

O projeto anda um pouco parado no momento, então, quem sabe com esse post, a Aline não volta a fazer mais dessas lindezas, não é mesmo? Deixem comentários! ;)

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Diário de viagem: La Paz | Bolívia

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Nossa viagem pela Bolívia começou por La Paz – na verdade, ela começou na fronteira com o Peru, em uma cidade chamada Desaguadero, na beira do lago Titicaca, mas acho que passar perrengue em imigração não conta como “passeio turístico”, né? A dica que fica daquele lugar é: ande com sua carteirinha de vacinação (obrigatória, com vacina de febre amarela), passaporte, papelzinho da imigração do Peru em mãos e sempre tenha uma caneta. SEMPRE. Você vai precisar. O ônibus que pegamos parou antes de chegar na imigração do Peru, nós fomos andando um tanto no meio do povo, enquanto o ônibus esperava do outro lado da fronteira, na Bolívia (e o nosso coração na boca, de medo do motorista esquecer a gente ali, mas beleza né). Ficaríamos apenas 2 dias na cidade, então nosso tempo ali era tão escasso quanto o ar em nossos pulmões.

Aqui vai o post anterior, que fiz sobre a Bolívia.

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onde ficar: hotel las brisas

como chegar: de ônibus por cusco / avião até LPB

gastos em la paz: em torno de 300bs / R$ 170 (sem contar o hotel e o ônibus)

Depois de uma viagem de 14 horas de Cusco até La Paz, em um ônibus bem precário e uma parada na imigração boliviana, chegamos em La Paz. A chegada na cidade já não é fácil – La Paz está a 3660 metros de altitude, e não é nenhuma brincadeira quando os jogadores de futebol passam mal por lá. O ar é bem rarefeito, o sol queima de uma maneira diferente e o simples fato de levantar de uma cadeira já te faz pensar que você correu uma maratona. Então, tenha calma em tudo o que você for fazer. MUITA CALMA NESSA HORA.

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Chegamos em la paz e logo depois de fazer o check-in no hotel (que tinha internet e café-da-manhã inclusos), fomos trocar nossos dólares por bolivianos em uma casa de câmbio ali perto (na calle saganarga, não lembro o nome do local). depois disso, fomos caminhar pela região, o que incluiu um mini-tour por lá (já que não teríamos tanto tempo assim na cidade).

*dica de ouro: tome chá de coca, mastigue folhas de coca, coma balinhas de coca*

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trânsito caótico

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Fomos até a Casa Murillo, e ficamos andando pelas ruazinhas da cidade, vendo como as pessoas vivem por ali, essas coisas. La Paz é uma cidade bem simples se comparada com São Paulo, por exemplo. Não vimos grandes redes de lojas nem de restaurantes (só um burger king e um subway), nem propagandas escandalosas. O acesso a internet ainda é bem escasso, e o trânsito da cidade é uma loucura. Passamos na frente do Palácio Legislativo, e depois fomos andar pelo Mercado de Las Brujas. Ali sim, fica o ponto turístico da cidade – todo tipo de “bruxaria” que você possa imaginar é vendido naquelas lojinhas. Vimos lhamas empalhadas e criamos coragem para perguntar para que elas serviam. Uma bruxa chola explicou pra gente que as lhamas, quando estão prenhes, carregam 6 fetos e vão expelindo um a um, até só sobrar um – que é o bebê lhama que nasce. Os outros fetos, de tamanhos diferentes (por conta do tempo de gestação até serem “abortados”) são usados para trazer boa sorte para as casas, sendo enterrados embaixo das mesmas. Se a casa é grande, compra uma lhama grande. Se for pequena, compra uma pequena. Elas custam entre 70bs e 250bs. Além disso, as lojinhas tem todos os tipos de velas e artifícios sexuais, e mais uma infinidade de coisas bem estranhas para os costumes brasileiros. Quando começou a escurecer, voltamos para o hotel e decidimos ir até a agência de viagens da frente do hotel (Travel Agency Maia) para fechar o pacote do tour Chacaltaya + Vale de la Luna. Conseguimos fechar o valor de 90bs por pessoa, com a van pegando a gente na frente do hotel e deixando a gente lá no fim do dia. Passamos também em um supermercado, para comprar coisas para fazer lanches para o dia seguinte. Hora de dormir, certo?

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ERRADO.

Comecei a passar mal, e na manhã seguinte, tive um baita de um piriri. Como os 4 estavam comendo e bebendo as mesmas coisas, logo imaginei que fosse por causa da água de torneira que (só eu) enxaguei minha boca após almoçar no dia anterior em um restaurante. Fiquei bem mal, mas mesmo assim fui para o passeio do Chacaltaya (depois de tomar muito chá de coca e garantir um rolo de papel higiênico na mala).

*dica de ouro: tomem cuidado com a água das torneiras em lugares públicos*

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la paz ao fundo

DSC_2676Chacaltaya era uma estação de ski a 5421 metros de altitude, que foi desativada devido as mudanças climáticas, já que não neva tanto na região. A van demora cerca de 1 hora para chegar até o topo, e durante o caminho (bem apavorante, em uma estradinha muito estreita), vimos atletas bolivianos treinando corrida. Haja coragem!

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A vista lá de cima é linda, e estar lá já é uma vitória dos pulmões. Fica bem difícil para respirar (e por isso a folha/chá de coca se fazem tão importantes), mas o passeio super vale a pena. Tinha bastante neve quando fomos, e o guia disse que subiria até o topo calmamente, e que deveríamos fazer o mesmo. Eu até tentei, mas o combo falta de ar + piriri me impossibilitou, então preferi ficar na van. O Rafael, meu amigo, também ficou, e uma outra moça disse que não aguentou e voltou. O Tico subiu tudo, e tirou umas fotos muito lindas lá de cima. Depois desse passeio, hora de ir pro Vale de la Luna. Mais duas horas dentro da van até chegar ao Vale, que fica praticamente dentro da cidade de La Paz.

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O lugar é incrível, e as formações rochosas lembram (bem de longe) o solo da Lua. Nesse lugar já tem banheiros decentes (nada de banheiros lá no Chacaltaya!), então eu decidi ficar bem pertinho deles enquanto o pessoal foi caminhar pelo lugar, num tour que demorou em torno de 45min. Ainda assim, fiquei lá longe olhando o lugar todo e vi o guia explicando tudo para o pessoal. Como esse passeio estava incluído no tour do Chacaltaya, valeu a pena. Se fosse pra pagar a parte, não sei se teríamos feito, não.

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Depois disso, hora de voltar para o hotel para pegar as malas e partir rumo à rodoviária, para seguir até Uyuni. Infelizmente, não vimos um espetáculo de cholitas wrestling, nem fomos andar de bicicleta na Estrada da Morte – fica tudo pra próxima. Mas enquanto íamos para a rodoviária, vimos um mini-desfile de fantasias e de cholas. Foi bem bonitinho, com música típica e roupas também.

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O táxi rodoviária – hotel e depois hotel – rodoviária deu cerca de 15bs cada trecho, e você chama os taxis na rua mesmo. Todos os taxis são em carros bem antigos, então não se assuste.

E vocês, tem algo a adicionar? Deixem suas dicas de La Paz aqui embaixo! :)

Próxima parada: Uyuni! :D

Para fotografar: Paulista Aberta

A Avenida Paulista pode ser um clichê de São Paulo, mas é um daqueles clichês que vai ser difícil de enjoar. Frequentei muito a Paulista na época em que fazia faculdade por lá. Todo final de semana eu estava passeando por essa larga avenida cheia de carros, ônibus e artistas de rua. A calçada já estava ficando apertada para o tanto de gente que sempre pensava em passear por lá. Aliás, foi num projeto da faculdade que percebemos o quanto a Avenida Paulista nos lembrava um enorme calçadão de praia aos finais de semana. Sempre cheia de pessoas olhando para todos os lados, crianças curiosas e senhores passeando com seus cachorros!

Abrir a Paulista para os pedestres aos domingos, foi uma das coisas que mais me deixou feliz nessa cidade. Ainda acho que São Paulo precisa muito de parques, muito mais de verde e muito mais lugares para os paulistanos poderem aproveitar os finais de semana. A cidade está lotada, mas não é por causa disso que não vamos aproveitá-la!

Já andou pela Paulista Aberta num domingo chuvoso ou ensolarado? Aproveite esse post e se inspire. Acredito que você vai achar muita coisa interessante por lá!

Depois vem aqui me contar o que achou da experiência! ;)

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Indicação de Flickr: Bernardo Moreira

Eu tenho essa mania de não conferir muito bem quem me adiciona no Facebook, e as vezes deixo aquela lista enorme por meseeeees de convites pendentes #myfault Algumas semanas atrás aceitei o pedido de amizade de um tal de Bernardo Moreira e olha, preciso contar pra vocês o atrevimento desse menino: começaram a surgir fotos maravilhosas na minha timeline! :P

Fiquei encucada que aquele nome não me era estranho e fiz uma busca aqui no blog mesmo, batata! Ele já apareceu em várias Galerias dos Leitores #sdds

Bernardo Moreira é um fotógrafo brasiliense de 20 anos (sim, super novinho!) que arrasa muito nos retratos. Ele fotografa e edita suas imagens com uma delicadeza incrível, e olha que eu mesma sou super chata pra fotos de nus. Espero que gostem da indicação de hoje!

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Estudar na Espanha

Pra quem não sabe, estou morando na Espanha (mais precisamente em Valência!). Como vim pra cá como estudante, achei bacana compartilhar isso aqui já que foi bem difícil achar todas as informações em um só lugar.

“Julie, por que a Espanha?” amigo, aqui faz calor, a galera curte comer e beber, e tem umas festas bem maneiras. Já acho que são três ótimos motivos. <3

Bom, não sei como é o processo em outros países da Europa, mas eu estou aqui para estudar o famigerado Espanhol (e depois que souber falar alguma coisa da língua, vou procurar outro curso, hahaha). O post é longo, mas acho que tem todas as informações necessárias para estudar aqui.

*lá no Esto es Madrid, Madrid!, da minha amiga Larissa, você pode encontrar várias informações adicionais sobre universidade e pós-graduação.

escola de idiomas enforex, em valencia

Escola de idiomas enforex, em valencia

O processo é lento e doloroso, mas vale mais a pena do que pagar um despachante para resolver tudo. Sei lá, eu pelo menos gosto muito de resolver as coisas. Acho que como as informações estão todas perdidas por aí, ficou difícil juntar tudo. Vivia com umas 30 abas abertas no navegador, lendo tudo que podia! AHAHA!

O processo foi assim:

1 – escolha do curso / período
2 – caça da papelada / tipo de visto
3 – ida ao consulado
4 – coisas já na espanha

1 – Escolha do curso
Quando comecei a pesquisar cursos, achei várias escolas que são creditadas pelo Instituto Cervantes. Esse Instituto é o que garante que sua escola é boa ou não, e que vai facilitar na hora do visto. Como tinha decidido morar em Valencia, precisava de uma escola que fosse na cidade, claro. Procurei e achei algumas, mas o período que eu queria era bem caro para pagar de uma vez e a maioria das escolas cobra no cartão de crédito sem parcelar. Então, decidi procurar empresas de intercâmbio no Brasil e acabei fechando com a CI (a STB também tem cursos, mas o atendimento deles é horrendo). Quando vi que os preços da CI eram os mesmos da escola aqui na Espanha (e ainda parcelavam!), fechei com eles o período que queria ficar aqui – 6 meses. O Rui (da CI PUC/PERDIZES) foi super atencioso comigo, e me ajudou bastante nessa fase horrenda chamada RESOLVER PROBLEMAS.

 

2 – Caça da papelada / período de estudo
Quando comecei a ver as coisas dos cursos, descobri que aqui na Espanha (e talvez em outros países europeus também) tem três tipos de visto de estudante:

1 – curta duração: menos de 90 dias (3 meses)
2 – média duração: acima de 91 dias e menos de 180 dias (de 3 a 6 meses)
3 – longa duração: acima de 181 dias (+6 meses)

Essa questão dos dias é uma baita pegadinha, porque queria tirar meu visto de longa duração  (para poder renovar depois) e cheguei no consulado com um curso de 180 dias. Eles não aceitaram, porque precisava ser ACIMA de 180 dias. Então, conte os dias MESMO pra ter certeza do que você vai pegar. ;)

O visto de curta duração não é nem um visto, na verdade. Você pode entrar direto no país sem visto (por conta do Tratado de Schengen) e ficar ATÉ 90 dias. Depois disso, hora de ir embora. “Mas Jules, posso sair depois de três meses e voltar logo depois?” – NÃO. Após ficar 90 dias, você tem um período de 180 dias que precisa ficar fora do Espaço Schengen.
Os vistos de média e longa duração tem praticamente a mesma papelada:

Pedido de visto (original e cópia)
Foto 3×4
Passaporte original com vigência mínima de 1 ano
Seguro-saúde* (original e cópia)
Carta da escola (original e cópia)
Comprovante financeiro em seu nome ou de familiar direto (IR, holerites, extrato de conta…) (originais e cópias)
Histórico escolar – faculdade, ensino médio ou o ultimo curso que você tenha feito (original e cópia)

O de longa duração tem esses dois adicionais:
Certificado de Antecedentes Criminais (original autenticado)
Atestado Médico (original autenticado)

A diferença entre os dois é que o de média duração não pode ser renovado aqui na Espanha, e o de longa duração pode ser renovado aqui. Então, no de longa duração, você pode ficar mais tempo caso decida fazer mais cursos, entrar na universidade, etc. ;)

*Os documentos tem que ter menos de 3 meses desde o momento em que foram expedidos. Então, o atestado médico e os antecedentes, tire uma semana antes de ir ao Consulado para que tenham maior duração, já que você vai precisar deles aqui na Espanha para o seu NIE.

Juntou tudo isso? Hora de começar a autenticar tudo.

O Brasil não assinou o Acordo de Haia, e por isso, precisamos legalizar os documentos no Itamaraty antes de levá-los ao Consulado. Então, no caso do Histórico Escolar e do Atestado Médico, tive que autenticar todas as assinaturas em cartório (originais e cópias), depois levar ao Itamaraty os originais e as cópias. A partir de agosto de 2016, esse trâmite não será mais obrigatório, já que a assinatura do Brasil entrará em vigor na Convenção de Haia.
O Atestado de Antecedentes Criminais, levei o documento impresso + o comprovante de que eu legalizei pelo site. Esse é só levar diretamente no Itamaraty.

Juntou tudo isso? Hora de ir ao consulado.

*seguro-saúde: muitas pessoas me perguntaram com qual empresa fiz o meu, e optei por fazer com a Mondial seguros. ganhei 15% de desconto quando fiz o seguro com eles e ficou mais barato do que fazer diretamente com a escola – eles parcelam também! Tá aqui cupom de desconto pra vocês, logo depois de fazer a cotação no site já aparece lugar pra usar o código. ;)

Cupom de desconto

Copie e cole o cupom abaixo.

AFILI2016

Cupom válido até 31/12/2016

3 – Ida ao consulado
A parte do Consulado é a que mais dá frio na barriga e ao mesmo tempo, a mais fácil. Eu fui ao consulado 90 dias antes da minha viagem e o cara falou que eu era apressadinha, ou seja, pode ir uns 45/50 dias antes do embarque (tratando de SP e Rio, claro). Lá, eles são tranquilos (um pouco sem paciência…), e depois que pegar a senha, é só entregar todos as cópias de documentos para ele. Eles vão conferir tudo, e pimba – você paga a taxa consular e pega o papel que confirma que você deixou seu passaporte lá. Nesse papel tem um código, onde você confere no site do consulado se o resultado do visto já saiu. Quando aparece que saiu, não significa que o visto foi aprovado, mas sim, que você deve ir até o consulado retirar seu passaporte e descobrir o que rolou. A vantagem de ter uma escola creditada pelo Instituto Cervantes é que facilita bastante a aprovação do visto. Lá no Consulado, aproveite para autenticar com eles o Atestado Médico e o documento de Antecedentes Criminais (caso o seu visto exija esses documentos), porque você vai precisar aqui na Espanha na hora de ir até a Extranjeria. O visado vem com um carimbo do Consulado da cidade onde você tirou, confira isso assim que pegar o passaporte de volta! Vale lembrar que é normal seu nome não caber no visado caso seja grande demais, tá?

Para embarcar pra cá, tenha em mãos: Passaporte com o visto + Seguro de viagem pelo tempo previsto do curso + Se der, passagem de ida e volta + Carta da escola.

visto com o carimbo do consulado espanhol

visto com o carimbo do consulado espanhol

4 – Já aqui na Espanha
Quando você receber o seu visto no Brasil (caso ele seja de mais de 6 meses), você vai notar que ele tem a duração de só 3 meses no passaporte. É que esse visto é só para a sua entrada – chegando aqui, você precisa renová-lo na Extranjeria. Lá, é onde você vai tirar seu NIE para poder alugar apartamento, ter celular, abrir conta, não andar por aí com seu passaporte, essas coisas todas…

olha só essa carinha de quem está feliz

Olha só essa carinha de quem está feliz

Você vai ter que entrar nesse link assim que tirar o visto no Brasil e agendar uma cita na Extranjeria mais próxima de você. Depois que tiver sua entrevista na Extranjeria, você terá sua Tarjeta de NIE Para tirar o NIE, é só levar o formulário preenchido e pago, com foto 3×4 e todos os documentos que talvez eles possam pedir (ou seja, sua vida inteira). No visto, você já terá o número de NIE (e com ele já pode abrir conta no banco e tudo mais), mas ainda precisará da tarjeta pra não ficar andando por aí com passaporte. Depois de pagar no banco e de entregar a documentação, espere uns 45 dias e já é hora de ir lá buscar seu NIE. <3

 

#vai #brasil

Agora sim, estudante e documentada! Pode dar pulinhos de comemoração?