O QUE É IMPORTANTE EM UMA CÂMERA DIGITAL?

Um texto elaborado por Victoria Antunes

Nos últimos anos, o crescimento do mercado de câmeras digitais cresceu bastante. Esta nova realidade tem muito a ver com as novas formas de comunicação desenvolvidas a partir da revolução nas redes. A chegada da comunicação instantânea através da conectividade interativa fez com que a demanda por novas maneiras de comunicar-se surgisse, mas também há uma diferença de conteúdo. Se antes as fotos estavam em um espaço mais particular, onde o acesso era restrito ao interesse de cada grupo específico, familiar, círculos de amizades mais próximas e ambiente comum; hoje, as imagens estão espalhadas em por um espaço muito mais amplo, e por isso também são uma ferramenta muito difundida.

A grande quantidade de imagens e também a necessidade de comunicar-se através do visual fez com que a procura pelas câmeras digitais aumentasse, e, apesar de os telefones inteligentes também oferecerem esta ferramenta, as pessoas procuram as câmeras digitais, não só pela melhor qualidade das imagens, mas também pelo fato de necessitarem de mais funções as quais não são oferecidas pelas câmeras acopladas aos telefones inteligentes.

Algumas informações são fundamentais na escolha da câmera digital, há muita desinformação sobre os elementos que garantem boas fotos. Um dos principais pontos é a quantidade de megapixels, é muito comum que o consumidor tenha a ideia de que quanto maior o número de megapixels de uma câmera, melhor será a imagem. Essa é uma falsa ideia, isso porque, na verdade, este elemento diz respeito ao tamanho da imagem, e não a sua qualidade. Todavia, é muito comum encontrar muita propaganda ressaltando este como sendo um fator determinante na escolha da câmera.

Uma boa câmera é aquela que, sobretudo, esteja de acordo com as necessidades do usuário, a oferta de aparelhos é enorme e escolher aquela que melhor supra as necessidades é uma tarefa muito complicada. O que deve ser observado, além do já mencionado, é a praticidade, conhecimento no manuseio das funções, as lentes e os sensores são dois elementos muito importantes, eles vão definir a qualidade das imagens e possibilidade de captação de detalhes para cada tipo de foto.

As novas câmeras apresentam múltiplas funções e a facilidade de obter boas fotos, mesmo sem ser um profissional ou um grande conhecedor do mundo da fotografia, porém, informar-se sobre os pré-requisitos mínimos que permitam o melhor investimento com o melhor desempenho é fundamental para não fazer uma escolha equivocada.

Presentes para os loucos-da-câmera parte 8

Dia dos namorados chegando, e a gente coloca aqui algumas opções para presentear o seu amor nesse dia especial:

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  1. Mochila para laptop Cameras – Imaginarium R$ 159,90
  2. Copo para Café Lente – O Segredo do Vitório R$ 74,90
  3. Cofre porta retrato Grandes Viagens – Imaginarium R$ 69,90
  4. Álbum de fotografia personalizado capa dura – Phooto a partir de R$ 89,90
  5. Adesivo Olho Mágico Câmera – Bananafoto R$ 25,00
  6. Papel fotográfico Instax 20 unidades – Submarino R$ 69,00
  7. Guia Barcelona de Bicicleta – Saraiva R$ 24,90
  8. Vintage Câmera marcador de livro – Inventa Amor R$ 10,00

E você, já escolheu o que vai dar de presente nesse dia dos namorados? Pode ser presente pra si mesmo, viu? :p

Para conhecer: Draw About Love (A Belle & Sebastian Tribute)

O Draw About Love é um projeto pessoal da artista Aline Beutenmuller que mistura as letras de sua banda favorita, Belle and Sebastian, e ilustrações feitas por ela própria.

Assim como todos os projetos da Aline, o Draw About Love é carregado de sentimentos e cores que se misturam nesse mar de emoção que é a letra dessa banda maravilhosa (somos suspeitas, hihi).

O projeto anda um pouco parado no momento, então, quem sabe com esse post, a Aline não volta a fazer mais dessas lindezas, não é mesmo? Deixem comentários! ;)

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Diário de viagem: La Paz | Bolívia

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Nossa viagem pela Bolívia começou por La Paz – na verdade, ela começou na fronteira com o Peru, em uma cidade chamada Desaguadero, na beira do lago Titicaca, mas acho que passar perrengue em imigração não conta como “passeio turístico”, né? A dica que fica daquele lugar é: ande com sua carteirinha de vacinação (obrigatória, com vacina de febre amarela), passaporte, papelzinho da imigração do Peru em mãos e sempre tenha uma caneta. SEMPRE. Você vai precisar. O ônibus que pegamos parou antes de chegar na imigração do Peru, nós fomos andando um tanto no meio do povo, enquanto o ônibus esperava do outro lado da fronteira, na Bolívia (e o nosso coração na boca, de medo do motorista esquecer a gente ali, mas beleza né). Ficaríamos apenas 2 dias na cidade, então nosso tempo ali era tão escasso quanto o ar em nossos pulmões.

Aqui vai o post anterior, que fiz sobre a Bolívia.

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onde ficar: hotel las brisas

como chegar: de ônibus por cusco / avião até LPB

gastos em la paz: em torno de 300bs / R$ 170 (sem contar o hotel e o ônibus)

Depois de uma viagem de 14 horas de Cusco até La Paz, em um ônibus bem precário e uma parada na imigração boliviana, chegamos em La Paz. A chegada na cidade já não é fácil – La Paz está a 3660 metros de altitude, e não é nenhuma brincadeira quando os jogadores de futebol passam mal por lá. O ar é bem rarefeito, o sol queima de uma maneira diferente e o simples fato de levantar de uma cadeira já te faz pensar que você correu uma maratona. Então, tenha calma em tudo o que você for fazer. MUITA CALMA NESSA HORA.

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Chegamos em la paz e logo depois de fazer o check-in no hotel (que tinha internet e café-da-manhã inclusos), fomos trocar nossos dólares por bolivianos em uma casa de câmbio ali perto (na calle saganarga, não lembro o nome do local). depois disso, fomos caminhar pela região, o que incluiu um mini-tour por lá (já que não teríamos tanto tempo assim na cidade).

*dica de ouro: tome chá de coca, mastigue folhas de coca, coma balinhas de coca*

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trânsito caótico

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Fomos até a Casa Murillo, e ficamos andando pelas ruazinhas da cidade, vendo como as pessoas vivem por ali, essas coisas. La Paz é uma cidade bem simples se comparada com São Paulo, por exemplo. Não vimos grandes redes de lojas nem de restaurantes (só um burger king e um subway), nem propagandas escandalosas. O acesso a internet ainda é bem escasso, e o trânsito da cidade é uma loucura. Passamos na frente do Palácio Legislativo, e depois fomos andar pelo Mercado de Las Brujas. Ali sim, fica o ponto turístico da cidade – todo tipo de “bruxaria” que você possa imaginar é vendido naquelas lojinhas. Vimos lhamas empalhadas e criamos coragem para perguntar para que elas serviam. Uma bruxa chola explicou pra gente que as lhamas, quando estão prenhes, carregam 6 fetos e vão expelindo um a um, até só sobrar um – que é o bebê lhama que nasce. Os outros fetos, de tamanhos diferentes (por conta do tempo de gestação até serem “abortados”) são usados para trazer boa sorte para as casas, sendo enterrados embaixo das mesmas. Se a casa é grande, compra uma lhama grande. Se for pequena, compra uma pequena. Elas custam entre 70bs e 250bs. Além disso, as lojinhas tem todos os tipos de velas e artifícios sexuais, e mais uma infinidade de coisas bem estranhas para os costumes brasileiros. Quando começou a escurecer, voltamos para o hotel e decidimos ir até a agência de viagens da frente do hotel (Travel Agency Maia) para fechar o pacote do tour Chacaltaya + Vale de la Luna. Conseguimos fechar o valor de 90bs por pessoa, com a van pegando a gente na frente do hotel e deixando a gente lá no fim do dia. Passamos também em um supermercado, para comprar coisas para fazer lanches para o dia seguinte. Hora de dormir, certo?

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ERRADO.

Comecei a passar mal, e na manhã seguinte, tive um baita de um piriri. Como os 4 estavam comendo e bebendo as mesmas coisas, logo imaginei que fosse por causa da água de torneira que (só eu) enxaguei minha boca após almoçar no dia anterior em um restaurante. Fiquei bem mal, mas mesmo assim fui para o passeio do Chacaltaya (depois de tomar muito chá de coca e garantir um rolo de papel higiênico na mala).

*dica de ouro: tomem cuidado com a água das torneiras em lugares públicos*

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la paz ao fundo

DSC_2676Chacaltaya era uma estação de ski a 5421 metros de altitude, que foi desativada devido as mudanças climáticas, já que não neva tanto na região. A van demora cerca de 1 hora para chegar até o topo, e durante o caminho (bem apavorante, em uma estradinha muito estreita), vimos atletas bolivianos treinando corrida. Haja coragem!

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A vista lá de cima é linda, e estar lá já é uma vitória dos pulmões. Fica bem difícil para respirar (e por isso a folha/chá de coca se fazem tão importantes), mas o passeio super vale a pena. Tinha bastante neve quando fomos, e o guia disse que subiria até o topo calmamente, e que deveríamos fazer o mesmo. Eu até tentei, mas o combo falta de ar + piriri me impossibilitou, então preferi ficar na van. O Rafael, meu amigo, também ficou, e uma outra moça disse que não aguentou e voltou. O Tico subiu tudo, e tirou umas fotos muito lindas lá de cima. Depois desse passeio, hora de ir pro Vale de la Luna. Mais duas horas dentro da van até chegar ao Vale, que fica praticamente dentro da cidade de La Paz.

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O lugar é incrível, e as formações rochosas lembram (bem de longe) o solo da Lua. Nesse lugar já tem banheiros decentes (nada de banheiros lá no Chacaltaya!), então eu decidi ficar bem pertinho deles enquanto o pessoal foi caminhar pelo lugar, num tour que demorou em torno de 45min. Ainda assim, fiquei lá longe olhando o lugar todo e vi o guia explicando tudo para o pessoal. Como esse passeio estava incluído no tour do Chacaltaya, valeu a pena. Se fosse pra pagar a parte, não sei se teríamos feito, não.

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Depois disso, hora de voltar para o hotel para pegar as malas e partir rumo à rodoviária, para seguir até Uyuni. Infelizmente, não vimos um espetáculo de cholitas wrestling, nem fomos andar de bicicleta na Estrada da Morte – fica tudo pra próxima. Mas enquanto íamos para a rodoviária, vimos um mini-desfile de fantasias e de cholas. Foi bem bonitinho, com música típica e roupas também.

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O táxi rodoviária – hotel e depois hotel – rodoviária deu cerca de 15bs cada trecho, e você chama os taxis na rua mesmo. Todos os taxis são em carros bem antigos, então não se assuste.

E vocês, tem algo a adicionar? Deixem suas dicas de La Paz aqui embaixo! :)

Próxima parada: Uyuni! :D

Para fotografar: Paulista Aberta

A Avenida Paulista pode ser um clichê de São Paulo, mas é um daqueles clichês que vai ser difícil de enjoar. Frequentei muito a Paulista na época em que fazia faculdade por lá. Todo final de semana eu estava passeando por essa larga avenida cheia de carros, ônibus e artistas de rua. A calçada já estava ficando apertada para o tanto de gente que sempre pensava em passear por lá. Aliás, foi num projeto da faculdade que percebemos o quanto a Avenida Paulista nos lembrava um enorme calçadão de praia aos finais de semana. Sempre cheia de pessoas olhando para todos os lados, crianças curiosas e senhores passeando com seus cachorros!

Abrir a Paulista para os pedestres aos domingos, foi uma das coisas que mais me deixou feliz nessa cidade. Ainda acho que São Paulo precisa muito de parques, muito mais de verde e muito mais lugares para os paulistanos poderem aproveitar os finais de semana. A cidade está lotada, mas não é por causa disso que não vamos aproveitá-la!

Já andou pela Paulista Aberta num domingo chuvoso ou ensolarado? Aproveite esse post e se inspire. Acredito que você vai achar muita coisa interessante por lá!

Depois vem aqui me contar o que achou da experiência! ;)

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